segunda-feira, agosto 30, 2004
Maratona do fim de semana - parte 2
Festa da Flora, domingo, 6 anos e 1 mês
Em meio às tormentas dos últimos meses, tinha prometido à Flora que faríamos uma festa de aniversário e fui cumprir a promessa, mesmo um mês depois.
Foi uma trabalheira danada, mas valeu cada tostão:
- Enrolar brigadeiro com criançada: uma zona, mas ver os olhinhos brilhando é demais
- Mico na 25 de março: não tem jeito ? você no metrô com a sacolada é um charme!
- Receber 32 telefonemas das filhas perguntando se já podem encher as bexigas
- Montar as lembrancinhas com as crianças: cada saquinho gordo...
- Preparar a animação da festa com a filha mais velha. Do alto de seus nove anos, ela e as amigas assumiram a responsabilidade. Está certo que passei horas fazendo a Boca do Palhaço, cortando os peixes da pescaria, arames, varas, latinhas, tintas, pincéis. Enfim: faz parte.
- Passar um tempão cortando a carne para o escabeche, e ao virar as costas, ver tudo no chão por obra da cadela...
- Acordar e ver o dia lindo que se anunciava, depois de um sábado chuvoso!
- Encher muitos balões
- Amarrar muitos balões
- Ver os olhos das meninas ao verem os balões pendurados.
- O sorriso da Flora na hora do "Parabéns"
- Ela cortando o bolo e dando os três primeiros pedaços para a irmã e as duas amigas que animaram a festa.
- Depois do último convidado sair (7 horas depois do primeiro chegar...) sentar com as crianças no quintal e olhar o céu estrelado e a lua maravilhosa.
- Crianças na cama, tomar uma cerveja merecida, sentada na soleira da porta, com a cadela deitada no pé...
- Acordar hoje de manhã com um beijo e um abraço da Flora, feliz com o dia anterior...
Festa da Flora, domingo, 6 anos e 1 mês
Em meio às tormentas dos últimos meses, tinha prometido à Flora que faríamos uma festa de aniversário e fui cumprir a promessa, mesmo um mês depois.
Foi uma trabalheira danada, mas valeu cada tostão:
- Enrolar brigadeiro com criançada: uma zona, mas ver os olhinhos brilhando é demais
- Mico na 25 de março: não tem jeito ? você no metrô com a sacolada é um charme!
- Receber 32 telefonemas das filhas perguntando se já podem encher as bexigas
- Montar as lembrancinhas com as crianças: cada saquinho gordo...
- Preparar a animação da festa com a filha mais velha. Do alto de seus nove anos, ela e as amigas assumiram a responsabilidade. Está certo que passei horas fazendo a Boca do Palhaço, cortando os peixes da pescaria, arames, varas, latinhas, tintas, pincéis. Enfim: faz parte.
- Passar um tempão cortando a carne para o escabeche, e ao virar as costas, ver tudo no chão por obra da cadela...
- Acordar e ver o dia lindo que se anunciava, depois de um sábado chuvoso!
- Encher muitos balões
- Amarrar muitos balões
- Ver os olhos das meninas ao verem os balões pendurados.
- O sorriso da Flora na hora do "Parabéns"
- Ela cortando o bolo e dando os três primeiros pedaços para a irmã e as duas amigas que animaram a festa.
- Depois do último convidado sair (7 horas depois do primeiro chegar...) sentar com as crianças no quintal e olhar o céu estrelado e a lua maravilhosa.
- Crianças na cama, tomar uma cerveja merecida, sentada na soleira da porta, com a cadela deitada no pé...
- Acordar hoje de manhã com um beijo e um abraço da Flora, feliz com o dia anterior...
Maratona do fim de semana - parte 1
Piratas do Caiubi, quinta-feira, no Tuca
Eu ando meio borocochô. Só trabalho, pouco dinheiro, coisas ruins que aconteceram, solidão. Dizem os terapeutas e todos os livros de auto-ajuda (eca!) que devemos nos bastar. Até concordo. Mas ter a noção de que não somos perfeitos e que um colo é benvindo, desde que não se torne muleta, é fundamental.
Ando querendo colo. Mas na quinta, ganhei muito mais! Carinho, emoção, energia positiva. Um show bacana, um m-encontro maravilhoso. Rever pessoas queridas, conhecer novos amigos de longa data. Foi uma delícia.
Lavei minha alma e enfrentei com coragem a maratona que se seguiu!
Obrigada, m-amigos. Eu adoro vocês!
Piratas do Caiubi, quinta-feira, no Tuca
Eu ando meio borocochô. Só trabalho, pouco dinheiro, coisas ruins que aconteceram, solidão. Dizem os terapeutas e todos os livros de auto-ajuda (eca!) que devemos nos bastar. Até concordo. Mas ter a noção de que não somos perfeitos e que um colo é benvindo, desde que não se torne muleta, é fundamental.
Ando querendo colo. Mas na quinta, ganhei muito mais! Carinho, emoção, energia positiva. Um show bacana, um m-encontro maravilhoso. Rever pessoas queridas, conhecer novos amigos de longa data. Foi uma delícia.
Lavei minha alma e enfrentei com coragem a maratona que se seguiu!
Obrigada, m-amigos. Eu adoro vocês!
quinta-feira, agosto 19, 2004
Burrocracia
Agora, para fazer uma ligação interurbana, temos que colocar uma senha de 4 digitos, um código de 2 e muitas teclinhas de * e # entre tudo isso, totalizando 23 dígitos.
Exemplificando, para que todos entendam:
*75* XXXX # 0 0YY ZZ NNNN-NNNN
onde:
*75* é o código interno para interurbanos
XXXX é a senha do ramal
# é #
0 é zero (para pegar a linha)
0YY é o código da operadora
ZZ é o código DDD
NNNN-NNNN é o de telefone
Mais legal ainda é se você não estiver no seu proprio ramal! São 28 digitos!
* 75 * XXXX * RRRR # 0 0YY ZZ NNNN-NNNN
onde:
RRRR é o número do seu ramal.
Gostaram??? Morram de inveja!!!
Agora, para fazer uma ligação interurbana, temos que colocar uma senha de 4 digitos, um código de 2 e muitas teclinhas de * e # entre tudo isso, totalizando 23 dígitos.
Exemplificando, para que todos entendam:
*75* XXXX # 0 0YY ZZ NNNN-NNNN
onde:
*75* é o código interno para interurbanos
XXXX é a senha do ramal
# é #
0 é zero (para pegar a linha)
0YY é o código da operadora
ZZ é o código DDD
NNNN-NNNN é o de telefone
Mais legal ainda é se você não estiver no seu proprio ramal! São 28 digitos!
* 75 * XXXX * RRRR # 0 0YY ZZ NNNN-NNNN
onde:
RRRR é o número do seu ramal.
Gostaram??? Morram de inveja!!!
quarta-feira, agosto 04, 2004
A vida é cheia de voltas, como um rio. Ele sabe que vai até o mar, mas as vezes parece que não quer chegar...
Ouvindo a Florinha cantar:
Cantigas de Penas (Salomão Habib)
Uirapuru araraúna
O curió cantou pra mim
No meu caminho a cigarra voa...
Guará se esconde tão vermelhim
ejo coleira no quintal
Eu vou te amar bem-te-vi
Uma pupunha roída assim
Só pode ser passarim
De primavera de flor em flor
De brincadeira do meu amor
Quem vive livre é feliz,
Mais contente é o passarim
Cantigas de Penas (Salomão Habib)
Uirapuru araraúna
O curió cantou pra mim
No meu caminho a cigarra voa...
Guará se esconde tão vermelhim
ejo coleira no quintal
Eu vou te amar bem-te-vi
Uma pupunha roída assim
Só pode ser passarim
De primavera de flor em flor
De brincadeira do meu amor
Quem vive livre é feliz,
Mais contente é o passarim