segunda-feira, junho 27, 2005
Em tempos de inteligência emocional, sinto que o que se cultua é a falta de sentimento.
Quanto mais frio, melhor.
Será que "amor" virou palavrão e eu não sabia?
Quanto mais frio, melhor.
Será que "amor" virou palavrão e eu não sabia?
quarta-feira, junho 22, 2005
Conforto
Roupas de malha de algodão
Chá
Bolo tirado do forno
Futon (pode ser substituído por manta)
Poltrona ou cama
Discos
Livros
Cafuné
A única coisa que tenho aqui é o chá
Roupas de malha de algodão
Chá
Bolo tirado do forno
Futon (pode ser substituído por manta)
Poltrona ou cama
Discos
Livros
Cafuné
A única coisa que tenho aqui é o chá
terça-feira, junho 21, 2005
É sopa!
O frio chegou. Com ele, a vontade enlouquecida de tomar sopinhas.
Ok, eu confesso: gosto de sopa o ano todo. Mas no inverno, tenho a desculpa ideal.
Logo cedo fui ao hortifruti e a compra foi completamente tendenciosa: cenoura e gengibre, couve, batata e lingüiça portuguesa, mandioquinha, inhame, abóbora, alho-porró, temperinhos verdes, cebola, alho, frango. Crouton com muito azeite, e tenho um cardápio variado para a semana toda.
Se as meninas não me depuserem até lá... Elas detestam sopa.
O frio chegou. Com ele, a vontade enlouquecida de tomar sopinhas.
Ok, eu confesso: gosto de sopa o ano todo. Mas no inverno, tenho a desculpa ideal.
Logo cedo fui ao hortifruti e a compra foi completamente tendenciosa: cenoura e gengibre, couve, batata e lingüiça portuguesa, mandioquinha, inhame, abóbora, alho-porró, temperinhos verdes, cebola, alho, frango. Crouton com muito azeite, e tenho um cardápio variado para a semana toda.
Se as meninas não me depuserem até lá... Elas detestam sopa.
segunda-feira, junho 20, 2005
Guia de sobrevivência para dias e corações nublados
Respirar
Novamente
Respirar
Pausadamente
Respirar
Respirar
Novamente
Respirar
Pausadamente
Respirar
A felicidade
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor
Tom Jobim - Vinicius de Moraes
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
Pra tudo se acabar na quarta-feira
Tristeza não tem fim
Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite, passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Pra que ela acorde alegre com o dia
Oferecendo beijos de amor
sexta-feira, junho 17, 2005
Angel Eyes
Earl Brent / Matt Dennis
Try to think that love´s not around
Still it´s uncomfortably near
My old heart ain´t gaining no ground
Because my angel eyes ain´t here
Angel eyes, that old devil sent
They glow unbearably bright
Need I say that my love´s mispent
Mispent with angel eyes tonight
So drink up all you people
Order anything you see
Have fun you happy people
The drinks and the laughs are on me
Pardon me but I got to run
The fact´s uncommonly clear
Got to find who´s now number one
And why my angel eyes ain?t here
Oh, where is my angel eyes
Excuse me while I disappear
Angel eyes, angel eyes.
Earl Brent / Matt Dennis
Try to think that love´s not around
Still it´s uncomfortably near
My old heart ain´t gaining no ground
Because my angel eyes ain´t here
Angel eyes, that old devil sent
They glow unbearably bright
Need I say that my love´s mispent
Mispent with angel eyes tonight
So drink up all you people
Order anything you see
Have fun you happy people
The drinks and the laughs are on me
Pardon me but I got to run
The fact´s uncommonly clear
Got to find who´s now number one
And why my angel eyes ain?t here
Oh, where is my angel eyes
Excuse me while I disappear
Angel eyes, angel eyes.
quinta-feira, junho 16, 2005
Inverno
O frio e o escuro abocanham cada vez mais o dia.
Melancolia na janela do escritório.
Em casa, o ninho é mais ninho, mais aconchego.
As meninas se embrulham em meus cobertores, como filhotes de gato.
E ficamos contando histórias do dia que acabou tão cedo.
O frio e o escuro abocanham cada vez mais o dia.
Melancolia na janela do escritório.
Em casa, o ninho é mais ninho, mais aconchego.
As meninas se embrulham em meus cobertores, como filhotes de gato.
E ficamos contando histórias do dia que acabou tão cedo.
terça-feira, junho 14, 2005
Julho
Está chegando o mês dos aniversários: filha, mãe, dois irmãos e eu. Sem contar os primos e o ex-marido.
Férias escolares.
Empregada ganhando nenê.
Estrago na conta bancária.
Inferno astral é pouco...
Está chegando o mês dos aniversários: filha, mãe, dois irmãos e eu. Sem contar os primos e o ex-marido.
Férias escolares.
Empregada ganhando nenê.
Estrago na conta bancária.
Inferno astral é pouco...
sexta-feira, junho 10, 2005
Eli
Em tempos de mau-humor, um chamego vai bem.
Foram 90 minutos. Levei broncas por não me cuidar direito, com cada ato de auto-flagelação mostrado e demonstrado nas pontas dos dedos. Fui apertada, torcida, estralada, virada do avesso. Saí de lá, leve, molinha, relaxada.
Eu adoro essa mulher: ela acaba comigo, mas sem ela, eu não vivo.
Em tempos de mau-humor, um chamego vai bem.
Foram 90 minutos. Levei broncas por não me cuidar direito, com cada ato de auto-flagelação mostrado e demonstrado nas pontas dos dedos. Fui apertada, torcida, estralada, virada do avesso. Saí de lá, leve, molinha, relaxada.
Eu adoro essa mulher: ela acaba comigo, mas sem ela, eu não vivo.
quarta-feira, junho 08, 2005
Teorias conspiratórias
Ando com pouca paciência com as diversas teorias conspiratórias que grassam por aí. Tudo é culpa dos outros, tudo tem uma intenção maligna por trás.
Para essas pessoas, qualquer coisa que a gente fale, significa outra. Um "bom dia" é puxação de saco, um "tchau" é uma ameaça. Um telefonema é pressão insuportável, principalmente se for só para ver se a pessoa está viva. Falar "Quanto tempo! Que saudade!" é repreensão.
Acho que estou ficando velha: não tenho mais saco para esse tipo de neurose.
* * *
Eu ando com um azar danado, mas não significa que o mundo esteja conspirando contra mim. Só significa isso: estou com um azar danado.
Talvez, como acreditam os esotéricos, se eu pensar positivamente, as energias positivas vão me ajudar. Também pode ser que não. E isso não quer dizer que sou uma menina má e mereça esse castigo por ter puxado o cabelo da vizinha, ou por ter passado cola na prova de Eletricidade II.
Ainda que eu o odeie muitas vezes, o acaso é só o acaso.
Ando com pouca paciência com as diversas teorias conspiratórias que grassam por aí. Tudo é culpa dos outros, tudo tem uma intenção maligna por trás.
Para essas pessoas, qualquer coisa que a gente fale, significa outra. Um "bom dia" é puxação de saco, um "tchau" é uma ameaça. Um telefonema é pressão insuportável, principalmente se for só para ver se a pessoa está viva. Falar "Quanto tempo! Que saudade!" é repreensão.
Acho que estou ficando velha: não tenho mais saco para esse tipo de neurose.
* * *
Eu ando com um azar danado, mas não significa que o mundo esteja conspirando contra mim. Só significa isso: estou com um azar danado.
Talvez, como acreditam os esotéricos, se eu pensar positivamente, as energias positivas vão me ajudar. Também pode ser que não. E isso não quer dizer que sou uma menina má e mereça esse castigo por ter puxado o cabelo da vizinha, ou por ter passado cola na prova de Eletricidade II.
Ainda que eu o odeie muitas vezes, o acaso é só o acaso.